Política de privacidade
Quem busca uma missa no Campanil não faz cadastro, não faz login e não deixa e-mail. Esta página diz o pouco que recebemos, para quê e como pedir que seja apagado.
Quem responde pelos dados
O controlador dos dados é a Ballitech, de Raphael Alves Balliana, que também é o encarregado pelo tratamento de dados pessoais (art. 41 da Lei 13.709/2018, a LGPD).
- E-mail: privacidade@campanil.com.br
- Telefone comercial: (34) 98432-4770
Quem só consulta os horários
O site público não grava cookie nem nada no seu navegador. Para saber quantas pessoas usam o serviço, contamos as visitas com o GoatCounter, que não usa cookie e não guarda o endereço IP. Ele recebe só o endereço da página visitada, sem o que foi digitado na busca, e o nome do botão clicado (por exemplo, “abrir no mapa”). Esse número fica no painel do responsável e não identifica ninguém.
Os botões de mapa, de WhatsApp e de vídeo são links comuns: só quando você clica é que o Google Maps, o Waze, o WhatsApp ou o YouTube recebem a visita, sob a política de cada um.
Quem envia um evento ou pede uma remoção
O formulário de envio de evento pede os dados do evento e, de quem envia, o nome e um contato (e-mail ou telefone). O de pedido de remoção pede o nome, a função na paróquia e um contato. Esses dados servem só para conferir o pedido e responder a quem o fez; o contato de quem envia nunca é publicado. As mensagens ficam guardadas no serviço de formulários (Netlify) até serem tratadas, e são apagadas à mão depois disso.
Quando uma página é retirada a pedido, o sistema registra o motivo e a data da remoção, mas não guarda quem pediu.
Quem trabalha no painel
O painel é só para a cúria e para as equipes das paróquias, e a conta é sempre por convite. Dela guardamos o nome, o e-mail e o papel de cada pessoa. O acesso usa dois cookies estritamente necessários: um para manter a sessão aberta e outro que a encerra após 30 minutos sem uso.
Toda alteração no painel fica numa trilha de auditoria que não pode ser apagada. Ela registra quem alterou o quê e quando, e é ela que permite à diocese conferir a procedência de cada horário publicado. Telefone e e-mail não entram nela.
O assistente do painel usa um modelo de inteligência artificial da Anthropic para ler as mensagens e os cartazes enviados pela equipe. As conversas que geraram uma proposta ficam guardadas por um ano depois da decisão sobre ela; as demais, por 30 dias. O cartaz é apagado assim que a proposta é decidida.
Com quem os dados ficam
O Campanil não vende nem compartilha dados com ninguém para publicidade. Os dados ficam com os serviços que o fazem funcionar, cada um só com o que precisa:
- Supabase, o banco de dados e as contas do painel, em São Paulo;
- Netlify, a hospedagem do site e os formulários;
- Anthropic, o modelo do assistente do painel;
- GoatCounter, a contagem de visitas;
- GitHub, as rotinas automáticas, como a limpeza noturna;
- Gmail e Hostinger, o e-mail recebido e o e-mail de convite.
Com exceção do banco de dados, esses serviços ficam fora do Brasil, e a transferência acontece porque é necessária para prestar o serviço (art. 33 da LGPD).
Por que tratamos esses dados
Os contatos dos formulários são tratados para atender ao seu próprio pedido. As contas e a trilha do painel servem para executar o serviço que a paróquia e a diocese usam e para comprovar quem publicou cada informação. A contagem de visitas é interesse legítimo de saber se o serviço é usado, sem identificar ninguém (art. 7º da LGPD).
Seus direitos
Você pode pedir, a qualquer momento, a confirmação de que tratamos dados seus, o acesso a eles, a correção, a exclusão e a informação sobre com quem foram compartilhados (art. 18 da LGPD). Basta escrever para privacidade@campanil.com.br ou ligar para (34) 98432-4770. A exclusão tem um limite: o registro da trilha de auditoria fica, porque é ele que prova quem publicou o quê. Se a resposta não bastar, você pode recorrer à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Atualizada em 26 de outubro de 2026.
